
{"id":1510,"date":"2021-04-12T11:44:10","date_gmt":"2021-04-12T10:44:10","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.madeleinemeuwessen.nl\/?p=1510"},"modified":"2025-07-16T15:54:55","modified_gmt":"2025-07-16T14:54:55","slug":"sargaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.madeleinemeuwessen.nl\/pt\/2021\/04\/12\/duizendknoop\/","title":{"rendered":"Trepadeira"},"content":{"rendered":"<p>Caras pessoas,<\/p>\n<p>Este blogue vai contar a hist\u00f3ria do rem\u00e9dio Knotweed.<br \/>\nSer\u00e1 uma hist\u00f3ria muito \u00edntima mas, para mim, tem de ser escrita.<br \/>\nTamb\u00e9m ficou muito longo, mas n\u00e3o consegui escrev\u00ea-lo mais curto.<br \/>\nAl\u00e9m disso, escrevi este blogue em \"linguagem Madeleine\" e talvez seja jornalisticamente incorreto, mas \u00e9 a minha hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Escrevo sempre sobre o que um rem\u00e9dio faz. Agora estou a faz\u00ea-lo com base na minha pr\u00f3pria experi\u00eancia e sinto que \u00e9 altura de revelar esta hist\u00f3ria ao mundo exterior.<br \/>\nSim, ficou longo, mas espero que ajude um pouco mais aqueles que s\u00e3o afectados por este problema.<br \/>\nEm todo o caso, ajudou-me a retomar um pouco o meu percurso de vida, afinal de contas, tenho apenas 75 anos \ud83d\ude42<br \/>\nA morte do meu querido Robbie, que escolheu ele pr\u00f3prio p\u00f4r termo \u00e0 sua vida na Terra, causou-me um choque e um trauma inimagin\u00e1veis.<br \/>\nA luta para \"retomar\" a vida foi um processo intenso e, em parte devido ao apoio incondicional do meu querido filho e dos meus amigos (qu\u00e3o grato se pode estar) e aos rem\u00e9dios, consegui \"lidar\" com a vida novamente.<br \/>\nMas, mesmo assim, continuava a existir algo que n\u00e3o conseguia identificar.<br \/>\nIsto fez-me finalmente decidir tomar eu pr\u00f3prio o rem\u00e9dio Knotweed. E estou sempre a avisar as pessoas que v\u00eam ao meu consult\u00f3rio sobre os efeitos deste rem\u00e9dio. Nunca posso saber o que se passa subconscientemente nas pessoas, e \u00e9 por isso que muitas vezes \u00e9 preciso muito tempo, e em consulta com o paciente\/cliente, para decidir se este rem\u00e9dio deve ou n\u00e3o ser utilizado.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m troquei impress\u00f5es sobre este assunto com Pierre Capel e, em particular, sobre o efeito do \u00e1cido Gaba but\u00edrico.<\/p>\n<p><strong>O que \u00e9 exatamente o GABA?<\/strong><br \/>\n<em>Gaba \u00e9 a abreviatura de \u00e1cido gama-aminobut\u00edrico. Encontramos esta subst\u00e2ncia naturalmente no nosso c\u00e9rebro. O Gaba \u00e9 essencial para a regula\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de actividades diferentes no nosso c\u00e9rebro. Uma das principais fun\u00e7\u00f5es \u00e9 funcionar como um neurotransmissor. As pessoas com muito pouco GABA podem sofrer de perturba\u00e7\u00f5es de ansiedade.<\/em><br \/>\nH\u00e1, evidentemente, muito mais para ler sobre este assunto na Internet.<\/p>\n<p>Sempre disse que o \u00e1cido Gaba but\u00edrico actua como uma \"tampa\", garantindo que os acontecimentos muito traum\u00e1ticos n\u00e3o v\u00eam \u00e0 tona e que se pode viver a vida (nem sempre, claro) sem enfrentar situa\u00e7\u00f5es intensas, que podem ter acontecido. Que o Gaba actua praticamente como um penso r\u00e1pido.<br \/>\n\"Entrar no seu\" processo atrav\u00e9s de rem\u00e9dios \u00e9, na minha opini\u00e3o, a forma mais profunda de psicoterapia. Para mim, e h\u00e1 40 anos que o digo, isso significa que os rem\u00e9dios t\u00eam um efeito nas redes neuronais. Como eu gostaria de ter uma investiga\u00e7\u00e3o sobre este assunto. Estive em universidades, explorei a possibilidade de, de alguma forma, conduzir investiga\u00e7\u00e3o sobre isto. Qualquer \"investiga\u00e7\u00e3o duplamente cega\", atrevo-me. Mas n\u00e3o, at\u00e9 agora, sempre zero, sem sucesso. N\u00e3o h\u00e1 nada a ganhar com isto. N\u00e3o h\u00e1 nenhuma patente a ser obtida com isto.<br \/>\nO que o rem\u00e9dio Knotweed faz \u00e9 tirar a tampa do po\u00e7o e podemos ser confrontados com emo\u00e7\u00f5es que nem sequer sab\u00edamos que existiam e que t\u00ednhamos escondidas l\u00e1 no fundo.<br \/>\nDepois de ter tomado Knotweed durante tr\u00eas semanas, os pesadelos tornaram-se t\u00e3o graves que decidi n\u00e3o tomar mais o rem\u00e9dio porque me sentia \"abandonada por Deus e pelo mundo inteiro\".<br \/>\n\"Apaguei\" este sentimento com a 3-Union e depois as coisas melhoraram.<\/p>\n<p>Mas isso n\u00e3o me levou at\u00e9 l\u00e1.<br \/>\nDesde que o Rob faleceu, a minha voz ficou cada vez pior e, apesar de todo o amor que recebi do meu querido filho e dos meus queridos amigos, afastei-me mais.<br \/>\nE \"coincidentemente\", porque fiquei doente (laringite), vi a s\u00e9rie Unorthodox. E nela, tamb\u00e9m, reconheci a solid\u00e3o vivida pelo protagonista.<\/p>\n<p>Os conhecimentos come\u00e7avam agora a surgir gradualmente.<br \/>\nNo meu livro, j\u00e1 descrevi que a minha m\u00e3e foi a \u00fanica sobrevivente (da fam\u00edlia) da Segunda Guerra Mundial.<br \/>\nEla tinha uma fam\u00edlia grande. A sua m\u00e3e, a minha av\u00f3, tinha sete irm\u00e3s, casadas, todas crian\u00e7as e era, apesar da pobreza da altura, uma fam\u00edlia grande que estava sempre a tomar ch\u00e1 \"curto ou longo\" em conjunto.<br \/>\nO seu pai, o meu av\u00f4, tinha tr\u00eas irm\u00e3os, tamb\u00e9m casados e com filhos. A minha m\u00e3e tinha dois irm\u00e3os e uma irm\u00e3. E ningu\u00e9m regressou.<br \/>\nOs meus pais esconderam-se a partir de 1943. A minha irm\u00e3 nasceu nesse ano. Os tr\u00eas sobreviveram \u00e0 guerra. Depois da guerra, a casa deles desapareceu; outras pessoas viveram l\u00e1.<br \/>\nOs judeus que \"regressavam\" dos campos de concentra\u00e7\u00e3o ou da clandestinidade n\u00e3o eram propriamente recebidos de bra\u00e7os abertos nos Pa\u00edses Baixos e a Cruz Vermelha n\u00e3o fazia nada, mas mesmo nada, para ajudar essas pessoas, enquanto noutros pa\u00edses a Cruz Vermelha cuidava das pessoas que regressavam dos campos.<\/p>\n<p>O meu pai encontrou uma propriedade na Stadionplein, em Amesterd\u00e3o, onde puderam viver, felizmente.<br \/>\nDevido \u00e0s dificuldades, especialmente no inverno da fome, o meu pai adoeceu depois da guerra e contraiu difteria. A recupera\u00e7\u00e3o demorou dois anos. A minha m\u00e3e ficou gr\u00e1vida de mim logo ap\u00f3s a guerra. Quando entrou em trabalho de parto, pesava 101 quilos. Eu vim ao mundo com uma forma grave de raquitismo e nove meses depois contra\u00ed tosse convulsa. \u00c9 dif\u00edcil imaginar que a minha m\u00e3e tenha tido de cuidar de um marido gravemente doente, de um beb\u00e9 doente e de uma crian\u00e7a pequena de tr\u00eas anos, numa casa onde quase n\u00e3o havia mob\u00edlia e quase n\u00e3o havia dinheiro para comer. N\u00e3o havia tempo para refletir sobre a sua dor, para \"lidar\" com a grande perda da sua fam\u00edlia. N\u00e3o havia qualquer apoio espiritual.<br \/>\nNessa altura, recebiam um \"apoio\" financeiro, uma pequena quantia por m\u00eas ou por semana (n\u00e3o sei), com a qual mal conseguiam sobreviver, e eram regularmente controlados por funcion\u00e1rios, nessa altura, para se certificarem de que n\u00e3o tinham manteiga com natas no arm\u00e1rio, porque isso era um desperd\u00edcio. (Isto segundo a minha m\u00e3e).<\/p>\n<p>Tinha talvez uns quatro\/cinco\/seis anos de idade. Vinham amigos a casa da minha m\u00e3e e eu achava-os estranhos. Achei que eram excessivas, n\u00e3o me senti \u00e0 vontade com elas. A minha m\u00e3e contou-me mais tarde que eles tinham passado por coisas terr\u00edveis, muito piores do que ela tinha passado. A dor deles era muito pior do que a dor da saudade da fam\u00edlia, os traumas que tinham vivido eram ainda piores do que os dela, porque tinham estado num campo de concentra\u00e7\u00e3o. Os amigos da minha m\u00e3e eram todos sobreviventes do \"bloco de experi\u00eancias\" e o que lhes aconteceu (que eu soube mais tarde) \u00e9 demasiado horr\u00edvel para descrever aqui.<br \/>\nA minha m\u00e3e nunca me contou exatamente o que lhe aconteceu a ela e \u00e0 sua fam\u00edlia, mas eu senti isso em tudo.<\/p>\n<p>O meu anivers\u00e1rio, a 29 de mar\u00e7o, esteve sempre rodeado de \"algo\" a que eu n\u00e3o conseguia dar resposta. Mais tarde, soube-se que o irm\u00e3o da minha m\u00e3e e o pai dela tamb\u00e9m faziam anos a 29 de mar\u00e7o. E sim, essa data era a \"antec\u00e2mara\" dos dias 4 e 5 de maio.<br \/>\nApesar de tudo isto, tive uma inf\u00e2ncia segura e afectuosa. A minha m\u00e3e trabalhava no teatro Carr\u00e9 na sala do caf\u00e9 \u00e0 noite e, por isso, o meu pai levava-me sempre para a cama. Todas as noites, contava-me uma hist\u00f3ria sobre coelhinhos e, nessa altura, s\u00f3 t\u00ednhamos cobertores, ele enfiava-me os cobertores t\u00e3o bem debaixo do colch\u00e3o que este ficava um pouco oco e a minha cama parecia um pequeno barco seguro<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o tinha primos, claro, e quando o meu pai me punha a mim e \u00e0 minha irm\u00e3 no duche, ficava sempre com as cal\u00e7as vestidas. Ele era muito prudente e achava que era assim que devia ser. Mas eu era curioso. Uma vez, enquanto brincava na rua, vi um rapazinho a urinar contra uma \u00e1rvore. Bem, a minha curiosidade foi despertada. Claro que nunca tinha visto uma pila. Achei aquilo muito excitante. E comecei a fazer o mesmo que aquele rapazinho e tentei urinar contra uma \u00e1rvore. Uma mulher que estava na rua viu aquilo, correu para mim e gritou que era terr\u00edvel o que eu estava a fazer e que ia ter com a minha m\u00e3e para lhe contar. Fiquei horrorizada, corri para casa, entrei e, sim, l\u00e1 veio essa mulher em alerta m\u00e1ximo \u00e0 porta e disse \u00e0 minha m\u00e3e que eu tinha feito uma coisa terr\u00edvel. Depois de me ter contado, a minha m\u00e3e desatou a rir, chamou-me do meu quarto e disse: \"Oh, querida, isso n\u00e3o tem import\u00e2ncia nenhuma. Isso \u00e9 normal e pegou em mim ao colo e a senhora foi-se embora, muito ofendida.<br \/>\nSim, como sempre me senti segura. Quando cresci, com tudo, sempre me senti protegida e segura.<br \/>\nQuando era um pouco mais velho, tive muitas vezes o mesmo sonho. Os meus pais, a minha irm\u00e3 e eu \u00edamos para uma clareira na floresta. Havia um al\u00e7ap\u00e3o no meio do relvado. Pod\u00edamos levantar o al\u00e7ap\u00e3o e, atrav\u00e9s de uma escada, descer, fechar o al\u00e7ap\u00e3o e, assim, est\u00e1vamos todos a salvo.<br \/>\nAt\u00e9 agora, um pequeno vislumbre da minha inf\u00e2ncia. E diria que n\u00e3o aconteceu nada de grave e que cresci num ambiente de amor.<\/p>\n<p>Bem, depois de todos os pesadelos que surgiram com a ingest\u00e3o de Knotweed, e n\u00e3o me lembro bem que tipo de pesadelos, e de me ter sentido t\u00e3o s\u00f3 por causa disso, percebi porque \u00e9 que punha sempre a dor ou a tristeza de todos os que amava e amo em primeiro lugar. Mesmo no meu consult\u00f3rio. As dores, traumas, medos, inseguran\u00e7as dos meus pacientes\/clientes, etc., sempre achei que eram piores do que as minhas ............??????<br \/>\nSer\u00e1 que eu j\u00e1 \"tomava\" isso na barriga da minha m\u00e3e? Ela, gr\u00e1vida de mim, ia sempre \u00e0 Esta\u00e7\u00e3o Central para ver se alguma pessoa tinha regressado dos campos de concentra\u00e7\u00e3o. Foi por isso que \"trouxe\" estas emo\u00e7\u00f5es comigo?<br \/>\nO que a Knotweed me \"deu\" \u00e9 que agora tenho de\/posso \"p\u00f4r-me em primeiro lugar\". Que tamb\u00e9m eu sou importante. N\u00e3o foi esse o rem\u00e9dio Yarrow ou Firethorn (que pensei por vezes, mas n\u00e3o me senti culpada e, sim, sei proteger-me bem e sei dizer n\u00e3o).<br \/>\nE a parte em que a dos outros \u00e9 sempre muito pior do que a que me acontece a mim, eu \"devolvi-a\" \u00e0 minha m\u00e3e.<\/p>\n<p>O \u00faltimo rem\u00e9dio que fiz, juntamente com o Robbie (como \u00e9 que \u00e9 poss\u00edvel), \u00e9 o rem\u00e9dio Indian Almond e acabei de passar pelo \"I am\". Agora estou a come\u00e7ar a perceber o que significa este rem\u00e9dio.<\/p>\n<p><strong>Sim, PODE SER!<\/strong><\/p>\n<p>Talvez um dia eu descreva a minha hist\u00f3ria num livro. Ainda n\u00e3o sei. Mas tamb\u00e9m cada vez se torna mais claro porque \u00e9 que tive de fazer rem\u00e9dios.<br \/>\nSe houver pessoas que se reconhe\u00e7am, cada uma \u00e0 sua maneira, na minha hist\u00f3ria, distribuirei 10 ou 20 rem\u00e9dios \u00e0queles que gostaram e partilharam o meu blogue. Mas n\u00e3o Knotweed, oh n\u00e3o. N\u00e3o, pode ser que, como resultado da sua hist\u00f3ria, eu lhe envie 3-Union ou Christmas Plum, mas podemos ver isso juntos.<br \/>\nPode ler o meu blogue sobre a Trindade. Escrevi-os em 7 e 12 de agosto de 2016. E um blogue sobre a ameixa de Natal foi escrito em 6 e 12 de mar\u00e7o de 2016.<\/p>\n<p>Madeleine Meuwessen<br \/>\n*Os rem\u00e9dios florais n\u00e3o substituem os medicamentos. Em caso de d\u00favida, deve sempre consultar um m\u00e9dico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lieve mensen, Deze blog gaat het verhaal vertellen over de remedie Duizendknoop. Het zal een heel intiem verhaal worden maar voor mij moet dit geschreven worden. Het is ook erg lang geworden maar ik kon het niet korter schrijven. 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